quarta-feira, 16 de novembro de 2011


Não pode ver o comparecer ao velório do Nando, pois só saí­ do hospital uma semana depois, pois os médicos consideravam o meu caso irreversí­vel, e precisa ser estudado. Só fiquei sabendo que o velório do Nando, foi lindo que cantaram sua música predileta, quando minha mãe cantou um pouco da música não pude me conter e chorei... feche os olhos pra não ver passar o tempo, sinto falta de você, anjo bom amor perfeito no meu peito, sem você não sei viver... cada nota que sova da boca de minha mãe feria-me o peito, como um punhal o dilacerando. Minha mãe me abraçou e disse que não mudaria em nada o amor que eu sentia por mim, que quer fosse o Nando, a cicrana não fazia diferença. Olhou-me nos olhos e disse-me que sempre soube de mim, do Fabinho e do Nando e que sempre torceu por minha felicidade. Não conseguia falar só chorava e a abraçava.


Havia se passado um mês, era fim de ano e eu atolado numa depressão que me consumia a força, todos os dias ia ao cemitério e passava horas olhando a lápide com o nome: Fernando Antunes Colbi, amigo e amado! Era véspera de ano novo, quando senti uma mão pairar em meu ombro, senti um frio na espinha, pensava ser ele que tinha voltado, virei com alegria e quando vi minhas faces caí­ram, era a sua mãe, e com um olhar marejado disse: você não teve culpa, sei que ele te amou e você a ele, e sei que nunca vai esquecer do meu filho, o que ele fez você passar foi por desespero, o Fernando ficou inconsolável quando aconteceu aquilo com você, passou três dias vagando, sujo e faminto, resgatamos e depois passou esses últimos quinze dias de sua vida ao seu lado no hospital. Tí­nhamos saí­do, eu e sua mãe, quando o médico entrou em seu quarto e Nando tratou logo de interrogar o médico, o qual lhe disse pra rezar muito pois só Deus salvava você, num gesto de sofrimento e desespero, Nando escreveu-lhe aquele bilhete, e saiu em disparada, meu filho estava disposto a morrer junto com você, mais Deus não permitiu que ele tirasse a sua vida, e Deus o levou, antes do forte impacto, nenhum médico explicou direito mais é como o que o coração dele parou. Ele morreu de amor... não conseguia levantar o olhar; dona Laura, levantou meu rosto, enchugou minhas lágrimas e olhando no fundo dos meus olhos disse: fico feliz por meu filho ter amado uma pessoa como você, sei que sempre guardará meu filho em seu coração, então menino, segui a tua vida, o Nandinho não iria gostar de te ver nesse estado. Dona Laura saiu, e olhei mais uma vez olhei para a foto dele que estava afixada no mármore, senti uma leve brisa em meu rosto, e meu coração ficou mais ameno, era como se aquela brisa, fosse os lábios dele me tocando pela ultima vez!


Tava continuidade em minha vida, embora ainda fosse forte a lembrança do Nando, já me refizera quase cem por cento, já tinha engordado e tirado a barba que me deixava velho e com a aparência de mais doente. Já tinha se passado quase dois anos de sua morte, e eu só lembrava dos momentos felizes que outrora vivera ao seu lado. Tinha deixado de lado aquela vida desregrada, então num domingo resolvi sai e tomar um sorvete. Fui a pracinha do bairro onde crianças faziam um barulho que até era agradável, pedi um sorvete e fiquei pensando em minha vida nesses dois anos, e fiquei de boca entreaberta de lembrar que depois do Nando, nunca mais tinha fodido com ninguém.Logo avistei um carinha moreno, alto, parecia esta fazendo exercí­cios, pois sua roupa colada em seu corpo suado o denunciava, enquanto sulgava seu coco, ele me olhava, e eu que a tempos não paquera fiquei sem jeito. Baixei a cabeça, tentando fugir dos olhares daquele, que despertou novamente o desejo se ser amado, perdido ali naquele misto de tesão e sonho, ouço uma voz rouca: um belo dia pra um sorvete, deve esta gostoso se não tivesse derretido! Levantei o olhar e fiquei constrangido, o sorvete derreteu, acho que meu fogo subiu demais, perguntou-me se poderia sentar e antes que eu respondesse ele já estava em minha frente, nos olhos se encontraram na mesma direção e...




Nando - do reencontro ao fim!


Tinha chegado em casa por volta das 5:00 da matina, depois de uma noite regada com muito álcool e muito sexo,minha mãe já tinha cansado de lutar por minha vida, saia a noite e dormia durante o dia, já não era mais o garotinho de 5 anos atrás, tinha feito 23 anos e meu corpo era outro, porém minha cabeça tinha estava muito confusa. Dormia tranquilamente quando sentir uma mão acariciar o meu rosto...acordei de leve, e pensei ser minha mãe, abri os olhos e sobressaltado levantei-me, não poderia acreditar, mais era o Nando, tinha perdido aquela ar de moleque caipira, estava com um óculos delicado, uma barba por fazer, um corpo forte, de homem, fiquei mudo... com aqueles olhos azuis, Nando percorreu meu corpo sem que pudesse fazer nada, estendeu-me a toalha e com um sorriso disse: você esta nu, esta mais lindo que nunca, minhas faces ficaram rúbias, catei a toalha, enrolei-me e abracei-o. Não pude me conter e beijei-o vagarosamente, e vendo ser correspondido por Nando, deixei a toalha cair, e agarrei com força aquela pica que parecia maior ainda. Nando sussurrava ao meu ouvido que passara noites e noites pensando em mim, arranquei suas roupas e fiz coisas que ele jamais imaginou, lambia seu cacete de forma veroz e cadenciada, antes que ele voltasse de sua ultima tomada de fôlego, já lhe arrancava outros suspiros, escanchado na sua cintura com aquele cacete enterrado em meu anús, cravava minhas unhas em suas costas e escutava de sua boca palavras doces. Estava em transe, num ritmo alucinante de sobe de desce, Nando percebeu que eu iria gozar e aumentou o ritmo, mordia minha orelha e colocava apenas a ponta da lí­ngua na minha boca, gozei em sua bariga, o meu gozo, descia por sua virilhas quando ele, inundou meu rabo sua porra grossa e farta, ficamos ali olhando um no olho do outro.

Eu estava feliz, e o Nando percebeu, disse-me que tinha conversado com minha mãe quando chegou a minha casa, disse ter vindo me ver a dois dias, mais eu estava, simplesmente sumido, que tava preocupado, por que eu vivia em farras e não ligava mais pra nada...minha ficha caiu, o mesmo Nando certinho voltou, levantei e mandei e se foder, disse que ele só prestava pra sexo como sempre, e que não seria um bocó como ele que iria me dá uma lição...estava descontrolado, Nando não se conteve e logo depois ter vestido sua bermuda, eu ali falando palavras pesadas, e socou o rosto, o que me fez cair sobre uma escrivaninha e bater com a cabeça...Fatos narrados por uma carta.

“Meu amor, não posso viver com essa dor de ter te ceifado a vida, fui um covarde, jamais poderia ter feito, ou agido com você daquela forma, quero te pedir perdão e partir ao teu lado, quero pedir desculpa a sua mãe por ter tirado o seu bem maior, e dizer a minha famí­lia que não poderia carregar a dor de ter colocado fim no que eu mais amei na vida, e que logo você estará comigo!”

Fernando

Nando tinha me vestido e me levado a um hospital, falou o que aconteceu, avisou todo mundo e saiu. Passou dias vagando, e quando voltou passou dias ao meu lado em coma, meu estado era crí­tico e desenganado pelos médicos, Nando chegou ao estremo e deu fim a sua vida, numa tarde de sol do mês de novembro.
No mesmo dia despertei como num milagre, e a ultima lembrança que me veio foi o Nando ao meu lado falando: levanta meu amor, tens tanto a viver, resolvir partir e te dá a minha vida, pois a minha não seria completa sem você ao meu lado, sempre estarei com você, e sempre estará comigo, sigo em frente, pois o meu amor jamais morrerá, viverá sempre com você! Uma lágrima correu dos meus olhos, e visualizei minha mãe em prantos com um tercinho nas mãos, ela me beijou a face, e eu consegui balbuciar: O Nando se foi, ele me deixou... minha mãe entre lágrimas, fez sinal que sim, fiquei parado, minha mãe achara a carta que Nando deixou em minha mão, e a esta altura já sabia que eu e ele tí­nhamos um caso. Eram 23:00 daquele dia fatí­dico, Nando segundo relatos saiu transtornado do hospital e segundo consta, seu carro caiu num desfiladeiro na subida da serra. O mais impressionante, é que segundo a autopsia, Nando não morreu com a colisão do seu carro, não forra suicí­dio, foi de causa natural. O que me fez entender que Nando tinha trocado de vida comigo, e tinha morrido de amor...

Dando no cineminha!


Estava decido a esquecer o Nando, então resolvi ir a um cineminha gay que um amigo havia me falado, era um lugar de pegação, sexo anônimo; bingo! Era o lugar certo. Coloquei uma calça colada e uma camisa que marcava meu corpo, tinha certeza que chamaria a atenção. O lugar não era dos mais limpos, o cheiro de esperma pairava no ar, mais aquilo me excitou muito. Logo começaram os olhares, um carinha baixinho e um outro começaram a me olhar, logo um deles passou por mim e deu uma piscadinha, ele se dirigiu ao Dark Room (quarto escuro) e o outro logo em seguida, meu corpo estremeceu, numa mistura de medo e tesão, fui até lá, quando entrei um deles veio passando a mão em minha nuca e me falou ao ouvido com voz mansa de cansada de tanto tesão, perguntou-me se tava afim de um só não mais de dois cacetes, falei que sim, ele fez sinal para o outro que foi logo encostando em mim por trás, pode perceber sua geba encostando no meu rego, meu corpo esquentou, e mais ainda quando o outro me agarrou bela frente e me deu um beijo de lí­ngua muito demorado, e aos poucos fui percebendo seu pau crescer encostado no meu que a essa altura já estava duro feito concreto.

Fomos para uma cabine, e um deles, o baixinho branquinho, que tinha um corpo legal, e uma pica maravilhosa, nunca tinha visto um carinha que só não cresceu na vertical, pois na horizontal se desenvolveu bem, nossa que cacete, o outro mais alto e moreno, era normal, sua pica dava pra fazer no truque! Tratei logo de abocanhar o branquinho que era do tamanho da minha vontade, enorme e fiquei punhetando o outro. Logo troquei, fiquei de quatro para mamar um, enquanto o outro passa o dedo no meu rego e começava a enfiar um dedo, e pra minha surpresa ele caiu de boca, me fudia divinamente bem, fui ao delicio e quase engulo a neca do outro que estava louco. Logo o branquinho tirou a lí­ngua e começou a introduzir aquele mastro escomunal, quase grito de dor, era enorme, mais ele com jeitinho meteu até eu sentir os pelos do seu saco bater no meu rabo lisinho, fodia muito enquanto o outro me beijava, pois o moreninho não queria gozar. Logo tava deitado uma espécie de cama e aquele homem em cima de mim mandando ver, o seu corpo suado colava no meu e suas gotas de suor escoriam pelo meu corpo, enquanto estava com a cara enfiada entre as pernas do outro... mordiscando minha orelha foi anunciado o gozo, estocadas e mordidas mais fortes, senti o jato de porra saindo e enchendo a camisinha, logo trocaram de lugar, e na ora da troca pode perceber que tinha uns caras olhando pela pequena vidraça, o que me excitou mais ainda, nenhum deles se importou com a platéia, também gostavam de ser desejados. O moreninho logo veio e enfiou com tudo em mim, pois o buraco já estava feito, estocou, e o outro já estava no ponto de bala quando o moreninho lavou que iria gozar... gozou e ficou deitado sobre meu corpo suado e eu quase sem forças, pois já tinha gozado com, os dois ainda tinha que dá conta do branquinho que queria outra vez, reiniciamos o ciclo que perdurou pela tarde inteira, acabamos meu estoque de camisinha, e meu cú ficou doido por dias... há bem não foi totalmente anônimo, pois o nome do baixinho era Ronaldo e do moreninho Bruno; trocamos de telefone para marcarmos outra foda!

Sai do cineminha esgotado, mais feliz, tinha fudido horrores, e ainda não tinha lembrado do Nando, que deveria ta fodendo outros caras onde ele estava! por um momento fiquei triste e uma vontade de chorar me tomou com força, mais fui mais forte, não deixaria aquela lembrança me abater! Rasguei o contado dos meninos, pois não queria repetição, queria novidades da próxima vez. Sai sorrindo e arquitetando oque iria fazer no dia seguinte pra foder...

Fabinho – Não era amor! - Final


Sabia que o amava, mais não poderia dividi-lo com Sara nem com ninguém, então prefere deixa-lo apenas para ela. Nando sempre estava ao meu lado o que acabaça muitas vezes, cansando-me. Já era Ano Novo e as férias já tinham começado, já não via o Fábio com freqüência, e até preferi assim. Na noite que antecedia o ano novo senti uma falta enorme dele, pois já faziam três anos que passávamos o natal juntos, mesmo com Nando ao meu lado sempre me dando força e tentando fazer esquece-lo.

Faltavam 5 minutos para a queima de fogos, então foi até o fundo do quintal como se tivesse uma esperança de encontrar o Fabio lá, sentei-me num velho banco quando os fogos clarearam tudo e uma mão no meu ombro me deixou sem respiração, era ele, pois o conhecia pelo seu toque, virei-me e seu olhos brilharam junto aos fogos, perguntei o que ele fazia ali, ele disse que tinha lembrado de nós, como eu...eu disse que não tinha lembrado dele não, tinha ido ali fazer xixi, e que o Nando tava me esperando, ele encostou em mim, com aquele corpo quente e perguntou se eu ainda o amava, pois ele sim, e me queria de volta que tinha terminado tudo com Sara a algumas semanas. Fiquei calado com suas mãos trêmulas, Fabio me envolveu num beijo quente, quando dei por mim estava em seu colo cavalgando sua mareta e o beijado, na hora voltei a chamá-lo de Fabinho o que ele percebeu e chamava-me de meu amor, queria que terminasse com Nando, foi quando disse que não tinha nada com ele, que era só pra machucá-lo... respondeu-me que o tinha machucado, em pensar que eu amava outro cara, abraça-me, beijava-me enquanto os últimos fogos queimavam, pude sentir o seu jorro de esperma me invadindo, gozei agarrado com ele ficamos calados nos olhando... nos limpamos e Fabinho foi comigo pra festa em minha casa, de longe pude ver a Cara do Nando, e olhou triste e saiu.

Deixei Fabinho conversando com algumas amigas e discretamente, fui atrás de Nando, sentado na esquina no chão, com uma bermudinha branca, e uma camiseta da mesma cor no ombro, de cabeça baixa, sentei ao seu lado, pedi desculpa... fitou-me o olhar com um menino que acaba de perder o seu brinquedo preferido, sem dizer nada, Nando desabafou: você gosta de ser humilhado, rejeitado, ser usado como uma Putinha, você não presta, você é um via... paf! Dei um tapa na cara do Nando e com os olhos em lágrimas esperei ele bater de volta, ele olhou-me, e armou-se pra me devolver o tapa, mais em vez de bater-me, beijou-me, com nunca ninguém tinha beijado-me, senti algo diferente, não era tesão, minhas pernas ficaram bambas é como se tivesse saí­do do chão, então Nando disse: você não entende eu é que te amo de verdade... Nando saiu correndo em direção a sua casa e eu fiquei ali naquela esquina tentando entender o que tinha sentido. Fabinho chegou e perguntou o que eu estava fazendo ali, disse-lhe que estava olhando as estrelas, e tomando um ar. Fabinho lembrou-me que logo eu faria 17 anos, ri e fomos para casa.

Duas semanas se passaram, e chegou o meu aniversário, Nando quase não falava comigo, mais eu sentia a sua falta, mais mesmo assim ele foi para minha festinha onde só tinha alguns amigos, Fabinho tava lindo com uma camisetinha colado ao seu belo corpo e uma calça jeans justa, que deixava seu volume ainda mais gostoso, pegando-me pelo braço Fabinho disse que queria me dá um presente, fomos ao meu quarto, chegando lá Fabinho desabituou a calça, e para minha surpresa, tinha um laço lindo enrolado em seu cacete deslumbrante, não percebi que tinha uma pedra, uma àgua marinha, e mesmo assim chupei seu cacete loucamente, transávamos, mais algo me dizia que era o fim, que não era amor, apenas um tesão, sexo, pensei no Nando e meu coração disparou... terminamos, e Fabinho triste disse-me que tinha uma notí­cia a me dar, perguntei o que foi, e ele disse: cara eu te amo demais mais agora sei, que nunca vou assumir isso pra ninguém, a Sara ta grávida e os pais dela querem que eu case... pra minha própria surpresa não tive nenhuma reação, e até tive, mais não entendia o porquê!

Fabinho perguntou se eu não ficara com raiva, respondi que não, e se eu queria continuar com ele escondido, respondi que sim... foi ai que me olhando disse-me que não queria mais ficar comigo, pois eu amava o Nando, e me deixaria ser feliz... um fogo tomou conta de mim, ali pude perceber que realmente o Nando era quem eu amava, sempre do meu lado, me dando carinho, me dando amor e eu só tinha olhos pro Fábio. Fábio me deu um último beijo e saiu.

Quando saí­, com um sorriso enorme do rosto, meu olhar cruzou com o do Nando e sem falar nada ele percebeu eu o amava, foi até fora, e eu atrás dele, nos encostamos em um carro, e eu ofegante só pude disser: você é quem eu realmente am...Nando beijou-me, pude sentir suas lágrimas molhando meu rosto e minhas se misturando as deles, estávamos felizes...

Chegou ao fim o que eu pensava ser amor, foi bom, mais era apenas sexo.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Sem rumo, e louco por sexo!


Nando era maravilhoso, dava-me atenção e amor, mais me faltava algo. Acho que gostava mesmo do jeito moleque do Fabinho, do risco que corríamos de ser pegos, da sua falta de compromisso. Queria aventura, algo diferente, Nando só se servia de feijão com arroz, então resolvi terminar, gostava do Nando, mais não era como homem apesar de ter uma boa pica, não era o suficiente.
Mais uma vez foi pra casa do Nando, pra transarmos, mais decidi que seria a ultima vez, fizemos amor feito loucos, virei uma putona na cama, Nando me pegava de quatro e me estocava com força, e colocava pra chupar e fazia-me sentar na sua mala branca de cabeça rosada, evitava beija-lo, como uma profissional do sexo faz, apenas sexo, mordia-o com força o que o deixava mais louco, transamos até a exaustão, quando o relógio marcou 4:00 da manhã sentei na cama e vesti minha roupa, Nando sem entender perguntou pra onde iria e falei que iria embora, perguntou-me o porquê e o respondi que essa tinha sido a ultima vez em que ficávamos juntos como namorados, se ele quisesse, dali pra frente seria só transa. Uma lágrima correu seu rosto, e eu decidido a viver uma história tórrida sai sem olhar pra trás. Fiquei mais de uma semana sem ver o Nando, ele me evitava a todo custo, foi então que uma noite ele me pediu que fosse lá em sua casa, eu de pronto decidi ir, pois tava morrendo de vontade de dá uma, cheguei em sua casa e fui logo descendo a sua calça, mais pra minha surpresa Nando não tava excitado, disse-me que queria apenas conversar, falei que tava sem tempo que iria sair, falou-me que seria breve, então disse-me que partiria na manhã seguinte pra morar com sua irmã em outro estado e sentiria muita falta de mim, mais essa viajem dependeria de mim, se eu pedisse que ficasse e voltasse a ser só seu, ficaria. Meus olhos marejaram e dei um leve beijo, olhei em seus olhos e pedi desculpas, mais não poderia fazê-lo feliz, sai.
Sai meio atônito, mais como já tinha feito 18 anos, tudo era diferente, agora poderia sair e me jogar, logo a lembrança de Nando foi passando. Fui a uma boite gay, sozinho, vestia calça justa, rasgada nas pernas (era moda), camiseta vermelha, entrei e fiquei deslumbrado com as luzes e com a música. Tocava uma musica da Cher, Belive, comecei a me mexer e resolvi ir ao bar e pedir uma cerveja, reparei num cara mais velho que eu talvez uns 35 anos, me encarava como um lobo mal quero devorar-me, olhando as pessoas bonitas ao meu redor não reparei a aproximação do cara, e ele foi falando de mansinho no meu ouvido, perguntou se eu estava sozinho, respondi que sim e ele perguntou se poderia pagar uma cervaja pra mim, aceitei e depois de umas cervejas eu já estava aos beijos com aquele cara. Saímos da boite e eu, meio tonto entrei em seu carro, indicando onde eu morava, saímos e numa rua escura perto de casa ele parou, meu coração disparou, e de súbito ele me beijou e me colou pra mamar aquele pau de homem, com tamanho, gosto de cheiro de homem, me levantou e tão rápido como colocou a camisinha, se encaixou por cima dele, subia e descia alucinado, ele gozou mordendo o meu pescoço, e eu bati uma ainda sentado em sua pau. Ele parou perto de minha casa, quando de repente a porta da casa de Nando se abre e ele vai saindo com coma mala e uma mochila, fiquei sem graça e sai do caro sem ao menos perguntar o nome do cara que acabou de me foder ou ao menos o telefone. Nando me fitou de forma doce, porem com tristeza. Perguntei se ele já ia embora, e ele veio logo com outra pergunta: se era isso mesmo que eu queria virar um desses caras que transa com todo mundo, que eu não o Kleber que ele conhecia. Fiquei calado e ele desabafou: só queria te fazer feliz, ficar ao seu lado, pensei que você tinha aprendido com o Fabinho, mais talvez o culpado de não ter dado certo com ele foi sua, agora você vai virar um desses carinhas que transam com todo mundo... meus olhos calaram-se de tristeza e uma lágrima esquentou meu rosto nos primeiros raios de sol da manhã, fui saindo e ela pegou no meu braço e me virou, me deu um abraço e disse que me amava, que iria embora porque não queria me ver sofrer, e que um dia eu iria notar a burrada que tava fazendo em minha vida!
Fui pra casa, minha mãe brigando porque cheguei só pela manhã, não escutava, entrei no banho e chorei, não sei se de saudades do carinho do Nando, da falta de compromisso do Fabinho ou de medo em descobrir o que minha vida se tornaria! Estava sem rumo, mais louco por sexo!

Fabinho – As mulheres em nossas vidas! II


Criei coragem e voltei agora calmo, pode conversar melhor com o Nando, ele foi logo pedindo desculpa pelo beijo e disse que sentia um tesão enorme por mim, só que tinha caído fora quando percebeu o meu lance com o Fabinho, que chegou a nos seguir e ver nós dois transando o que lhe rendeu uma bela punheta. Não pude me conter e dei-lhe um selinho, mais foi mais carinho e contei-lhe que amava o Fabinho, que não poderia enganá-lo, disse que entendia, e seria paciência, pois eu seria o primeiro homem de sua vida, notei que Nando estava de pau duro, mais não fiz nada, então ele perguntou-me se poderia bater umazinha me olhando, sacou sua bela pica pra fora, branca, cabeça rosada além de ser grande e grossa era bem reta, linda, começou pegando em mus mamilos, o que me deixou arrepiado, mais sem ação; encostou e pediu pra me beijar e eu cedi, o tesão falou mais alto sabia que ainda amava e pensava no Fabinho e ele também sabia, mais me entreguei. Nando tirou minha roupa e foi tomando meu corpo como uma febre, me chamava de seu menino e queria me fazer feliz, colocou-me de costas e enfiou a língua no meu buraco, que até aquele dia só o Fabinho tinha feito aquilo, sua língua macia me incendiou, então foi minha vez de retribuir sua gentileza, segurei seu cacete e vi o Nando ficar rosado de tanto desejo, comecei pelos seus sacos e coloquei alga gelada em minha boca e com gelo e enfiei só a cabeça de sua rola em minha boca, o gelado em contraste com o quente de sua boca o fez quase gritar, anunciando o gozo, aprofundei a chupada, o que fez ele jorrar leite quente na minha garganta, me puxou e beijou-me, ajudando me a engolir a sua porra, gozei beijando sua boca e pensando no Fabinho, o que me fez ficar ainda mais triste e sair daqui correndo ao prantos.
No outro dia, Nando foi até minha casa, e eu com vergonha do que tinha feito, ele me acalmou dizendo que foi maravilhoso, e que me entendia, e mais uma vez disse-me que teria paciência que eu seria apenas dele, abracei-o. Mais amava o Fábio o que não sabia é que naquele mesmo dia iria encontra-lo, e pra piorar com Sara, ela veio até mim toda sorridente pegando na mão dele, e eu com um sorriso sem graça, só pude ver a cara dele, meio triste, ela disse-me feliz, você já sabe que estamos namorando há quase um mês? Eu falei surpreso (pois só sabia de umas três ficadas), há é, então somos dois que não sabe muita coisa... Fábio arregalou os olhos e me mandou calar a boca, e Sara sem entender perguntou o que estava acontecendo; eu disse que iria explicar, e ele fez uma cara de quem iria me matar; quando eu disse que também estava namorando, só que ainda era segredo... com seus lindo olhos, Fábio, pois agora era Fábio me fitou de maneira que Sara não percebeu, e com os olhos brilhando de água chamou Sara pra sair, fiquei de coração partido, mais não poderia deixar o Fábio perceber que eu estava derrotado!
Quando cheguei em casa, o Fábio estava os berros com o Nando, então entrei no meio e perguntei o que tinha acontecido, e o Fábio nervoso e choramingando perguntou se era para aquele otário que eu tava dando; respondi que Nando era meu namorado, e que ele cuidasse da Sara, que era a sua. Fábio pegou em minha nuca encostou sua boca perto da minha e olhando nos meus olhos perguntou-me se era aquilo que queria, perde-lo, pra sempre; baixei a cabeça e Fabio saiu sem dizer nada; Nando só me olhava, e me deu um abraço, eu o pedi desculpa por ter mentido e ele disse que se quisesse seria verdade... me despedi e fui pra casa entristecido.


Fabinho – As mulheres em nossas vidas!


Já estávamos já dois anos juntos, na cama tudo era bom, Fabinho sempre foi metido a conquistador e sempre ficava com uma garota ou outra, mais nada a sério, dizia-me que era pra disfarçar. Até que apareceu uma garota que estuda na minha sala, a Sara é linda moreninha, corpo lindo, cabelos longos e lisos, olhos negros fito duas jaboticabas, de ta inveja até em mim... Fabinho ficou com ela umas três vezes, e eu sempre fingindo acreditar que era só disfarce. Fabinho me chamou num canto da escola e disse-me que queria me comer, pois já fazia uma semana que havíamos transado, então encontrei com ele ás 22:30 no quintal de minha casa, ele chegou meio ofegante, e foi logo me colocando pra mamar, chupei seu cacete calmamente, fazendo-o se contorcer de prazer, tirei seu pau da boca e tentei beija-lo, mais ele meio que ficou de cara virada e só beijei o cantinho, perguntei o que havia ele disse que tava com uma afta, e não queria me passar, fingi que entendi, ele deitou-se no chão e eu logo estava por cima do meu homem cavalgando e gemendo de prazer, tinha ele dentro de mim, mais sabia que algo estava acontecendo gozamos juntos, então ele se vestiu e já ia saindo, quando perguntei o que havia e tentei beija-lo novamente, mais uma vez ele se esquivou, disse-lhe que já sabia de seu namoro com Sara e ele me confirmou que tava gostando dela... nesse momento o fiquei sem chão, meu estomago ficou revirado, saí dali correndo e foi pra rua, para minha surpresa Fabinho me seguiu e sem ninguém de minha casa perceber, fomos até o meu da rua, ele dizia-me que com ela era diferente, que poderia come-lá, que ela tinha uma coisa que eu não tinha, pois só comia cú de viado, nessa hora tentei esmurra-lo, mais como era mais forte que eu colocou-me contra parede, e poxou-me para dentro da casa abandonada, disse que eu apenas dele, mais ele não era meu, então eu disse que não seria dele e nem de ninguém, ele beijou-me, mais já o que sentia naquele momento era uma espécie de nojo e tristeza, o que acontecera com o cara pelo o qual me apaixonei, desvencilhei-me de seus braços e sai correndo.
Ainda atônito e chorando, encontrei o Nando na porta de sua casa (éramos vizinhos), cabisbaixo não notei a sua presença, quando ele tocou-me o ombro, e de súbito eu disse: não quero mais te ver Fábio sai da minha vida – quando virei fiquei sem reação, ele calmamente pediu-me calma, perguntou se eu não queria conversar, pois estava só em casa e eu poderia dormir por lá, aceitei e liguei pra minha casa avisando, pois não poderia chegar em casa daquela forma. Tomei uns banhos na casa do Nando, e depois sentados em sua cama, eu ainda choroso, Nando perguntou-me se Fabinho tinha me machucado, por que se tivesse ele o pagaria, eu disse que ele não tinha me agredido como aconteceu uma vez, e pra minha surpresa Nando disse: e de outra forma, eu sem querer pensar que o Nando sabia, disse que não tinha entendido, e ele disparou: eu sei que você gosta do Fabinho, sei que vocês são namorados... fiquei sem ação e perguntei se ele era louco, foi quando ele pegou na minha perna e disse que não tinha problema que gostava de mim mais que eu nem imaginava o quanto... fiquei calado chorando, Nando enxugou meu olhos e disse-me que o Fabinho não me merecia que eu poderia ser feliz com outra pessoa...(o que ele não sabia que em minha vida só existia o Fabinho), de uma vez Nando beijou-me, seu beijo era quente suas mão procuram me enlaçar, tentei reagir, mais ele me dominou por inteiro caindo sobre mim, pode sentir seu pau encostar em mim, mais não tinha tesão naquele momento, o que só me fez chorar ainda mais, até queria vingar-me dele mais não conseguia não era certo com o Nando, então Nando deitou-se do meu lado e disse que compreendia, e poxou-me de encontro ao seu peito, fez cafuné até que peguei no sono, acordei com suas carícias na manhã seguinte, e queria ir logo pra casa, ele disse que fosse mais voltasse, pois seus pais só voltaria à noite.

Fabinho – A primeira briga!


Fazíamos quase um ano, quando eu e Fabinho tivemos nossa primeira briga, fazíamos educação física as 6:00 da manhã, mais sempre chegávamos mais cedo, tipo as 5:00 para transarmos, se não tivesse ninguém, nessa quinta feira fazia muito frio e ele tinha me dito que não iria, pra mim não chama-lo, então fui sozinho. Lá encontrei o Nando, ele era um cara muito bonito, loiro corpo massa e olhos azuis, só que eu não queria nada com ele... bem fiquei conversando com o Nando e muito outros rapazes chegaram, pra minha surpresa, Fabinho vem devagarzinho e fingindo me dá um susto me dá uma gravata por trás, eu não consegui me soltar e como já estava me machucando eu pedi pra ele me soltar, ele apertou mais e os outros caras gritando, foi quando o Nando falou pra ele parar com essa brincadeira idiota, ele me empurrou em cima do Nando e disse que ele que ficasse com esse viadinho, vi que Nando e Fabinho iriam brigar, entrei no meio e o Fabinho me deu um pisão no peito, que caí (ele fazia boxe tailandês) eu também fazia, mas não quis reagir, Nando então começou a travar uma briga cheio de chutes e socos, saí dali as prantos, mias com cuidado de ninguém me ver chorando. Foi pra casa magoado, pois as piores feriadas eu tinha ouvido da boca do cara que eu amava.
Passei o resto da semana em ir ao colégio, e o fim de semana em casa, o Nando me ligou perguntando porque eu não tinha reagido as agressões do Fabinho disse que era amigo dele mais tinha aquelas brincadeiras sem graça, disse que iria em minha casa e eu disse que não, por que iria na casa de minha vó aquele fim de semana. Fabinho sempre dava um jeito de passar na porta de minha casa de bicicleta, mais toda vez que o via de longe entrava, eu disse a sua prima por telefone que estava muito ferido, o que o deixou preocupado. Na segunda no colégio Fabinho deu-me vários sinais que queria falar comigo no nosso cantinho, mais eu o esnobava, e sempre andava com o Nando que me dava muita atenção ( Estava afin de mim, mais depois conto essa história), sabia o quanto Nando era bonito e que tinha motivado a agressão fora ciúmes, passei duas semana fugindo do Fabinho, até que num fim de semana quando eu vinha de uma festa ele me esperava escondido perto de minha casa, quando o vi tomei um susto e tentei correr, Fabinho me pegou pelo braço e me puxou para dento de uma casa abando nada que ficava no final da rua, perguntei se ele iria me bater ou iria me matar daquela vez, e ele com os olhos rasos d’água disse que não queria me machucar , mais que tinha ficado sego de ciúmes ao ver-me com o Nando, perguntou-me se não o queria mais, se era o Nando que era meu homem... sem me dar chance de responder pois logo dizendo que eu não prestava e que já tava dando pro Nando, fiquei puto e disse que tava dando pro Nando, que ele era maravilhoso, pra minha surpresa Fabinho sentou no chão e colocou a cabeça entre os joelhos e começou a chorar, fiquei com pena mais resistir, falou-me com a voz trêmula que não era gay e tinha virado por minha causa pois me amava, e que agora eu o abandonara, eu quase chorando disse que ele tinha me machucado muito chamando-me daqueles nomes na frente dos outros, mais que o amava e que não tinha nada com o Nando, que só disse aquilo pra machuca-lo, com os olhos molhados e um sorriso triste (e lindo), perguntou se era mesmo verdade, disse que sim, então abracei-o e dei-lhe um beijo demorado, transamos lá mesmo, agora não era só sexo tinha algo mais era como se nós fossemos apenas um, nossos corpos grudados pelo suor, nossas bocas ligadas, como se tentassem arrancar a respiração do outro não tinha nada ao nosso redor éramos apenas nós, duas almas que se amavam e entrelassavam-se. Foi mágico, acabamos pegando no sono, dormi sobre seu peito, acordamos bem cedo, pensando numa boa explicação para dar em casa... eu dormi na casa dele e ele na minha, e nossas mães nunca descobriram onde dormimos.

Fabinho - Um sonho?


Parecia um sonho, já se passou um mês deste que eu e Fabinho estávamos juntos. Para nos encontrar fazíamos de tudo e isso deixava a situação mais excitante, eis o que vou contar alguns dos nossos encontros.
Estávamos loucos pra transar, e não encontrávamos um lugar, como morávamos em uma cidade pequena não tinha motel e o jeito era improvisar... fomos com uma turma de amigos tomar banho de rio, quando uma parte da turma resolveu dar um passeio pela mata, fomos juntos mais logo demos um jeito de se perder do resto do pessoal. Com cara de safado Fabinho foi logo me pegando por traz e mordendo meu pescoço, senti seu pau latejante em minha bunda, sussurrando no meu ouvido perguntou se eu o queria dentro de mim, meio com medo disse que alguém poderia ver (Pois onde estávamos dava pra ver o pessoal na praia do rio); mais a excitação era tão grande que não resisti e caí de boca naquela pica que eu adorava senti o sabor; jogando-me num barranco ele posicionou seu pau na entrada do meu cú e foi enfiando bem devagarzinho, fazendo-me gemer feito um louco, logo quis mudar de posição, e deitando sobre o mato pediu que eu sentasse naquela pica brilhante e pulsante, foi colocando calmamente, até sentir seu saco encostar em minha bunda, subia e descia lentamente, deixava apenas a cabeça dentro e descia de uma vez, Fabinho já estava louco, me agarrou e deitei sobre seu corpo beijando-me descontroladamente, senti uma jato quente de esperma dentro de mim, quando percebi também tinha gozado na barriga dele; não podia-mos voltar até lá sujos, então demos a volta e fomos tomar um banho numa parte distante dos outros amigos, chegamos lá e entramos os dois nus, Fabinho me colocou em seus braços e me beijou, disse que eu tudo que ele sonhava, que um dia iríamos viver juntos; transamos novamente dentro da água de forma calma e com muito amor.
Era muita coisa em minha cabeça, sabia que amava Fabinho e ele a mim, mais me achava sujo, mentiroso, por fazer tudo às escondidas, era um adolescente que amava meu melhor amigo e esse amor era correspondido.
Minha mãe passou a trabalhar o dia inteiro, e como meu pai já passava o dia fora eu tinha a tarde toda só pra mim, pois estudava pela manhã, Eu e Fabinho já nos entendia apenas pelo olhar, na hora do recreio ele olhava pra mim e eu já sabia que era para nos encontrarmos atrás do refeitório, beijávamos rapidamente e marcávamos de nos encontrar em minha casa ou na casa dele quando dava.
Não parávamos de fazer loucuras para nos ver e transar, uma vez nos transamos dentro do banheiro do mercado da cidade, ouvíamos as pessoas conversando do lado de fora, enquanto isso ele tirava minha roupa e ia beijando meu corpo, com suas mão grandes e trêmulas de tesão, eu alucinado procura sua boca, como se quisesse engoli-ló, Fabinho me encostou na parede esfregando seu mastro no meu rabo, mordia meu pescoço e me beijava, sussurrando palavras doces intercaladas com palavras picantes e excitantes; socava-me com mestria enquanto suas mão acariciava o meu corpo, avisei-o que estava prestes a explodir, e ele aumentou o ritmo a fim de gozase-mos juntos, gozamos praticamente ao mesmo tempo, já estávamos suados e exaustos, e ainda tínhamos que sair em que ninguém percebesse nada. Aprontamos muitas outras coisas, mais depois conto... Bjos

Fabinho – Primeira vez

Éramos amigos deste a infância. Quando entramos na adolescência e começamos a despertar para as garotas, bom ele, pois eu o admirava muito e até então não entendia o que acontecia. Certa noite Fabinho passa em minha casa e me convida pra irmos a uma festa, de pronto foi só pra ficar perto dele. Na festa ele ficou com algumas com meninas; na volta pra casa fomos falando da festa, ele empolgado contando vantagem de quantas meninas ele tinha pegado, e eu só ouvia, eu já tinha sacado que ama-o mais não queria aceitar por achar errado, e além do mais meu amigo não poderia saber que eu gostava de meninos; rimos muito, até que ele perguntou com quantas eu tinha ficado, eu disse que só duas (menti), ele disse que eu não tinha ficado com nenhuma e disse que eu parecia um viadinho... fiquei quieto, vermelho e com muita raiva e entrei na rua de minha casa sem falar com ele nem olhar pra trás.
Passei a noite imaginando coisas... será que ele percebeu o meu jeito? Será que ele viu eu olhando seu pau no banho ( pois tomávamos banho nos riachos , ele sempre pelado), ele fazia questão de que todos olhassem pro seu pau, grande e bonito o que só realçava com aquele corpo maravilhoso, magro mais bem definido.
No dia seguinte, um domingo, não saí de casa, minha família foi toda pra casa de minha vó, inventei que tinha que estudar. Por volta das 15:30 ouço uma voz me chamando no quintal, gelei... sabia que era ele pois morávamos quintal com quintal e ele sempre me chamava no murro; respirei fundo e fui... encontrei-o em cima do muro com um shortinho daqueles fininhos de jogador, com o corpo todo a mostra fiquei ainda mais gelado... Fabinho perguntou-me se eu estava com raiva dele, e eu sem saber o que disser fiquei quieto e de cabeça baixa, perguntou-me se tinha alguém na minha casa, e respondi que não... ele pulou do murro e dirigiu-se até mim, tentei sair mais ele me pegou pelo braço e num puxão foi de encontro ao seu corpo, nossas bocas estavam a poucos centímetros, então olhando no meu olho ele perguntou se eu estava com raiva porque ele tina me chamado de viadinho ou porque eu amava - o e tinha ciúmes... fiquei branco e ofegante, ele me puxou novamente, então senti seu pau duro encostar em mim.
Meio assustado e com cara de choro eu disse que o amava, mais não era viado, e pra minha surpresa Fabinho já sabia, ele disse que sempre se mostrava pra mim pra ver se eu atacava, e percebia as minhas olhadas em direção ao seu pau... então beijou-me loucamente jogando-me contra o murro e dizendo que me amava, e se eu aceitava ser sua mulherzinha dali pra frente... beijando-me ele meteu uma das mão sobre o meu calção como se quisesse desvendar algo, achou a entrada do meu cú ainda virgem e acariciando pediu pra meter nele, mais antes Fabinho me fez chupar aquele pau de mais ou menos 21 cm e grosso, foi uma sensação que não sei explicar aquele gosto que me excitava , após chupar ele todo, pediu pra ficar de quatro, com medo, mais com um tesão enorme, o fiz... senti sua língua no meu rabo e aquilo me fez ir as alturas, depois cuspiu e foi enfiando devagar, senti dor mais era uma dor deliciosa, começou num ritmo lento mais depois foi aumentando e eu ficando alucinado... acabei gozando que me masturbar e ele anunciou o gozo em seguida, senti algo me enchendo por dentro com uma força incrível... ele tirou sua vara lambuzada de porra e esfregou em minha cara, depois me deu um beijo e disse que era meu homem e que todo dia queria me foder, nos vestimos e ele pulou o seu murro de volta pra casa, e eu corri pro banheiro pra ver o estrago que ele tinha feito, notei que escoria porra de dentro de mim, mais tinha sangue. Fiquei com medo mais depois passou. Passei três dias dolorido até encontra-lo novamente...

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Um Rei, um Anjo e uma história CAP.10º Na janela ao lado um reencontro


Amor meu grande amor – Barão Vermelho – Gabriel e Arthur se olhando pela janela

Abril se iniciava lindo, quase não lembrava do anjo, mais ainda sentia que o amava. Meu rolo com Felipe esta tudo bem, mais sentia e sabia que ele me amava mais que eu a ele. Junto a ele me sentia protegido, mais também distante de poder lhe retribuir o amor o quanto ele merecia!

Cansado sai do trabalho direto pra casa, na companhia do Felipe, na entrada do condomí­nio um caminhão de mudanças, se dirigia ao bloco do lado, gente nova no pedaço. Subi exausto pra tomar um banho, como sempre acompanhado do Felipe. Percebi uma movimentação na janela ao lado, do outro bloco, como se estivem me olhando, mais não dei bolas e sucumbi aos beijos daquele cara que me amava!

Gabriel...

Chegado à capital, só faltava encontrar o meu Rei, me explicar e conquistá-lo novamente! Só falta ele no nosso ap! Eu, Jú e Ká juntos! Seriamos dois casais, quatro amigos. Passei na faculdade de direito, Jú vai fazer psicologia e a Ká artes plásticas. Cansado foi logo arrumar o meu quarto, sem pai, sem mãe, terí­amos que nos virar. No bloco ao lado, me parece dois caras se pegando, e como não sou bobo, vou logo tratar de me masturbar pra aliviar a tensão da nova vida. Já acostumei a ver o Rei em todos os lugares possí­veis, e mais uma vez era ele ali com outro cara, deixando-se ser visto por mim. Apoiados, eu acho numa mesinha ao pé da janela, o outro cara o penetra e ele olha pra cá, mais o seu rosto se perde a meia luz. Gozo e vou logo tratando de tomar um banho, pra comprar comida pra nós três.

Na portaria conheço a primeira pessoa daquele condomí­nio, um rapaz bonito, até atraente, mais não pra mim, pois ainda amava o Rei e não tinha ficado com ninguém depois dele, fomos conversando pra o restaurante que ficava na esquina.

-Você é novo aqui?

-Sim, mudei hoje! Eu e duas amigas! Vamos fazer faculdade, e também vim procurar um grande amor que por uma bobagem fugiu sem deixar rastros e sem eu me explicar!

-Nossa cara, que barra, mais torço por vocês! O meu namorado mora aqui com amigas, então passo um bom tempo com ele!

- Você é gay?

-Sim algum problema?

- Não! Até fico aliviado, vim pra cá atrás de uma pessoa, meu amor, meu namorado, ou era, eu acho.

-Legal, é sempre bom ter amigos gays! Principalmente se você é novo na cidade! É claro se você quiser ser nosso amigo!

-Claro, será um prazer ser amigo de vocês!

-Então você, na sexta esta convidado a jantar conosco e tomar uma cerveja.

-Ta eu levo a cerveja! Mais tem um problema?

-Eu não sei o teu nome!

Rimos enquanto pegávamos a comida e voltávamos ao condomí­nio!

-Prazer, me chamo Felipe!

-Prazer é meu, Arthur!

Contei animado para as meninas da amizade que fiz do convite para o jantar. Chamei-as, mais as duas já tinham outros planos de aproveitar à capital. A sexta feira quase não chega, mais o engraçado é que nesses três dias, tive novamente a impressão de ver o Arthur por ali no condomí­nio, mais isso deve ser coisa da minha cabeça! Ansioso foi comprar a cerveja e me dirigi ao apartamento do Felipe e do seu namorado que queria conhecer, afinal só conhecia um casal gay, Jú e Ká. Toquei a campainha e logo a porta se abriu, Felipe com um sorriso foi logo me chamando pra entrar e sentar e logo gritou:

- Amor, meu novo amigo, chegou o Gabriel!

Arthur...

Meu coração gelou, era ele! Eu tinha certeza, algo me dizia que era o meu anjo! Não seria bobagem, não poderia ser ele, deve ser coincidência!

-Já vou amor, estou terminando aqui!

Sai em direção à sala mais o meu coração parecia paralisado de medo. Não pude conter a minha emoção ao ver que eu estava certo, era o Gabi. Seus olhos quando cruzaram o meu pararam, seu sorriso foi dando lugar a uma cara de espanto. Cambaleei e sentei no sofá quase desmaiando, o Felipe correu e foi me ajudar.

- O que foi amor!

-Acho que foi a pressão! Estou bem, você pode descer e comprar um remédio pra dor de cabeça à horas a minha cabeça dói...

- Ta vou sim, você fica aqui com o Gabriel eu já volto!

Felipe não tinha ligado a pessoa aos fatos, ou seja, eu e o Gabriel! Quando Felipe saiu, escorreram dos olhos do Gabriel, lágrimas que pareciam presas. Fiquei olhando-o, como estava bonito, mais magro, mais ainda mais charmoso, barba rala, aqueles mesmos olhos penetrantes. De repente o silencio foi quebrado por ele.

- O destino vive pregando peça na gente, e eu vim pra cá pra te encontrar, me explicar! Eu te amo!

- As coisas não funcionam assim Gabriel! Você me trai, com aquele Tom, seu priminho e agora que estou bem você aparece e diz que vai se explicar! Estava muito bem sem você, alias nunca estive tão bem! Por favor, sai daqui! Não quero que o Felipe saiba que você é o mesmo Arthur que me machucou antes! Não quero explicações e muito menos te ver! Sai daqui, por favor, digo ao Felipe que você recebeu uma ligação e teve que sair.

- Deixa eu me explicar, eu sei que você está com o Felipe mais você não o ama, e o Tom...

Aos berros gritei pra que ele saí­sse dali, abri a porta.

- Quem você pensa que é pra aparecer na minha vida e mais uma vez me destruir? Você não sabe o que eu passei Gabriel, por sua causa, vai embora! Me deixa em paz por favor...

Antes de sair, Gabriel olhou bem dentro dos meus olhos, apoiou a mão na minha nuca, como só ele sabe pegar e disse:

- Eu te amo, e eu sei que você me ama! Eu não vou desistir de você! Nunca! Eu vou te explicar o que aconteceu, quando você estiver de cabeça fria! Te amo, você é o Rei do meu mundo!

Tranquei a porta e deixei meu corpo desfalecer em lágrimas sobre o sofá. Percebi que o Felipe já estava chegando, então tratei de parar de chorar. Ao entrar Felipe perguntou como eu estava e onde estava o Gabriel. Eu o disse que tinham ligado pra ele, algum problema com a famí­lia dele, que ele tinha se desculpado. Pedi-o pra ir embora, queria ficar só, Felipe nada entendeu, saiu visivelmente chateado. Foi para o quarto afin de descansar e pensar no que iria fazer: enfrentar o que sentia pelo Gabriel, agora com ele perto; ou fugir mais uma vez! Olhei pela janela e lá estava ele na janela, ficamos nos olhando por alguns minutos, percebi que ele também chorava, baixei à persiana. Um turbilhão de pensamentos povoava a minha cabeça, gostava do Felipe, mais não o amava como amava ao Gabriel. E agora contar ou não para ele que o cara que me machucou esta ali na janela ao lado? Tinha vontade de correr e abraçar, beijar o meu Anjo, mais o meu orgulho era maior e o meu carinho pelo Felipe me impedia de fazer tal coisa. Quando A Bianca e a Alice chegaram contei que o Arthur era o nosso novo visinho, espantadas com essa peça pregada pelo destino, me abraçaram e viram o sol nascer da varanda junto comigo!

UM REI, UM ANJO E UMA HISTÓRIA CAP.9º Chuva e vinho tinto

Minha herança: uma flor – Quando Bianca e Alice encontram Arthur

Calling Out Your Name - James Blunt – Felipe e Arthur

Sem forças pra levantar, fiquei ali no chão encolhido, sangrando e humilhado. Minhas lágrimas misturavam-se ao meu sangue. Não entendia por que tinha que sofrer tanto na vida! Ser estuprado na véspera de daquele, seria pra mesmo para fechá-lo com chave de ouro! Ou as meninas chegando e um grito de horror tomou conta do pequeno prédio de três andares.

-Meu Deus, o foi que fizeram com você meu amor! Disse Bianca.

-Socorro alguém chama a policia, pelo amor de Deus, Alice gritava desesperada pelos corredores!

Co o ânus dilacerado, supercí­lio aberto, e sem forças nada falei, Bianca me juntou em seus braços, me cobriu com a toalha. Chovamos! Meu corpo coberto de dor, e o cheiro daquele maldito homem não saia do meu olfato. Uma sirene soou ao longe e logo enfermeiros me levaram para o hospital. Foi constatado estupro, o que fez a policia ser acionada. Fiquei com medo das ameaças do André, mais acabei cedendo às meninas que me apoiaram. O ano raiou, mais as marcas daquele ano iriam perdurar por muitos e muitos anos. André foi preso, mais antes prometeu vingar-se de mim. Temerosos mudamos, a vida nada muito fácil das meninas estava melhorando e eu comendo eu trabalhando num mercadinho do Seu Ronaldo um senhor protestante, mais gente fina.

Apartamento novo, bairro bom. Trabalho digno e três meses depois, lá pelo fim das águas de março, conheci Felipe, filho do seu Ronaldo que estudava medicina em outro estado e que conseguira a transferência para a faculdade local. Felipe, moreno, alto, olhos marcantes que se completavam com uma moldura sua sobrancelha bem feita. Tremi ao pegar na sua mão, percebendo disse:

- Estar nervoso cara! Calma, sei que sou um gato!

Falou baixinho, quase no meu ouvido!

- Não senhor! Respondi abruptamente!

-Fala sério senhor? Só tenho 23 anos. Senhor ta no céu! Chama-se Arthur, não é! Rei Arthur!

-Não, só Arthur! Não sou Rei de ninguém!

Sai quase correndo em direção do depósito. Passei o dia fugindo dos olhares daquela deliciosa tentação. Depois de um bom tempo senti algo por um cara, mais aquele! Nunca! Alem de doutor, bonito ainda era evangélico! Deve ser até pecado pensar nisso! O André apesar de ter sido violento, não conseguiu me deixar trauma. Fim de semana, sábado à noite, ia esticar e tomar uma cervejinha com as meninas antes do trabalho delas. Já estava de saí­da quando o seu Ronaldo me chama:

- Arthur, o Felipe vai colocar o estoque em ordem, eu não posso ficar aqui, por isso preciso que o ajude, que eu lhe pago hora extra!

-Tudo bem seu Ronaldo! Suspirei!

Começamos a organizar as coisas e logo uma chuva começou a cair, uma chuva de raios e trovões fortes, lembrei-me do quintal que costuma entrar água se não colocar um saco de areia no pé da porta. Corri em direção ao quintal, tentei em vão colocar sozinho o saco, então não conseguindo gritei pelo Felipe que logo chegou. Colocamos e trancamos a porta, encharcados e com frio rimos e ele disse:

-E agora? Estamos molhados, com frio e só falta...

A luz apagou, rimos e eu completei:

- Não falta mais, alias faltou, luz! Vou pegar algumas velas para acendermos!

Voltei com as velas e o Felipe saiu um pouco e voltou com um velho edredom no braço, uma garrafa de vinho numa mão e duas taças na outra.

-Vamos nos esquentar!

-Ta bem, respondi sem jeito.

Sentado no chão, sobre papelões e só de cueca box; serviu-me uma taça de vinho e disse:

- Vem vamos nos agasalhar e tomar uma taça de vinho! E tira essa roupa molhada pra não se resfriar!

-Não! Não, aqui ta bom, e além do mais não to com frio!

-Vem deixa de bobo, não farei nada que você não queira!

Meu coração disparou, comecei a tirar a roupa molhada, ficando também só de cueca. Fiquei encolhido com vergonha. Sentei ao seu lado e senti o seu corpo perto do meu. Felipe nos envolveu no edredom. Brindamos, rimos um pouco. Envergonhado, não olhava pra ele, mais percebia o seu olhar, e por algumas vezes senti o seu nariz tocar o meu rosto, mais nada fazia, depois de uma garrafa e mais uma, eu já estava meio algo, e aquele vinho tinha feito a minha libido subir aos céus. Quando percebi que a sua boca perto de mim, virei-me de uma vez e nossas bocas se tocaram. Não fiz nenhum movimento, nem ele. Ficamos ali com as bocas coladas por alguns segundos, quando largando a sua taça de vinho chão, Felipe e pegou pela nuca e sua lí­ngua começou a fazer pequenos cí­rculos dentro da minha boca. Seu beijo tinha gosto de vinho misturado à menta. Puxando-me fui em direção ao seu corpo no chão. Deitado sobre ele, eu senti a suas mãos pelo meu corpo, arrancando a minha cueca molhada. Enquanto me beijava ria e me apertava contra o seu corpo, senti meu pênis rijo tocando o dele feito pedra. Sentei sobre o seu mastro ainda sobre a cueca e baixei novamente em direção aos seus mamilos, sugava um por vez, enquanto os seus dedos se entranhavam nos meus cabelos e baixinho gemia e falava baixinho:

-Vai meu amor! Sou teu, na hora que eu te vi sabia que você seria meu, só meu!

Desci a lí­ngua pelo seu abdômen, passei-a pelo seu umbigo e foi descendo, beijando o seu púbis, seus pelos serrados, seu cheiro bom. Sentia o seu pênis tocando o meu rosto, peguei-o e comei a sugar os seus testí­culos, arrancando-lhe gemidos cada vez mais altos. Subi a lí­ngua seguindo a sua uretra. Engoli a sua glande com suavidade antes de solver um gole de vinho da garrafa! Engoli cada centí­metro daquele mastro, agora sabor vinho tinto seco. Puxando-me mais uma vez em direção da sua boca. Beijou-me a ponto de me deixar sem ar; levantou-se e me pós de quatro, abriu as minhas nádegas com as mãos e senti o aveludado da sua lí­ngua no meu orifí­cio, lambidas que me levaram a implorar a sua penetração, queria senti aquele homem dentro de mim. Atendendo aos meus pedidos senti a sua glande invadir-me, seguido de cada centí­metro do seu sexo, bombando levemente e beijando-me as costas. Sentia as suas mãos apertarem o meu quadril num ritmo que ia aumentando. Sentado, sentei-me sobre ele e ficamos de frente, subia e descia naquele volume que me preenchia; beijava-o, lábia os seus lábios. Sua respiração ofegante deu sinal que iria explodir em gozo, senti os seus jatos me invadirem, continuei a subir e descer, agora friccionando o meu pau sobre a sua barriga até melar todo o seu umbigo com o meu gozo. Caí­mos no chão, exaustos e ficamos ali agarradinhos e ele falou:

-Desde a primeira vez que eu te vi, eu fiquei apaixonado por você, fiquei super feliz quando percebi que ficou sem jeito! Quero você pra mim, meu Rei Arthur!

Levantei-me e fiquei pensativo, logo ele perguntou:

-O que foi? O que eu disse de errado?

-Você me chamou de Rei!

-É a segunda vez que fica esquisito quando te chamo de Rei por que?

Resolvi contar toda a história sobre mim e o Gabriel; quando terminei Felipe me abraçou e disse:

-Não vou gostar menos de você por que você teve outra pessoa na sua vida, prometo não mais te chamar de Rei, e se você ainda gosta dele, terei paciência e entenderei você! Farei de tudo pra você esquecer.

Ficamos ali agarrados. Pensei no Gabi, em nossas vidas, o que ele estaria fazendo? Estaria ele com outro rapaz? Senti-me culpado por tentar amar novamente, mais bem sabia que seria difí­cil esquecer aquele anjo, mais tentaria! Adormecemos e só acordamos quando a luz se normalizou e a chuva já havia parado. Saí­mos e fomos sorrindo com o tempo pra casa.

Fudido e humilhado pelos policias do BOPE! Confesso que gostei!

Voltava de uma balada louca! Meio grogue resolvi descer em posto de gasolina perto da minha casa e comprar mais uma cerveja, e aproveitar pra dá uma paquerada nos frentistas. Flertei um pouco com os frentistas e decidir ir dormir. Como o posto ficava a umas três quadras foi tranqüilo, tomando minha cerveja vi se aproximar um carro da policia especial o BOPE, um dos policias disse gritando:

- Para, para!

Fiquei quieto! Meio assustado perguntei o que se tratava!

- Cala aboca playboy e encosta na parede mão pra cima!

Confeço que aquilo me excitou na hora, um dos caras veio e tomou a minha cerveja. Encostado na parede levantei a mão, abri as pernas e empinei a bunda. Senti as mão daquele cara vasculhar o meu corpo, um arrepio tomou conta do meu corpo. Estava disposto a dar para aqueles três policiais safados! Apertando a minha bunda o policial falou:

-E essa bundinha empinada, que levar um cassetete nela, esse cuzinho?

Sussurrei que sim! Sargento Veras encostou o seu cavanhaque em meu ouvido e disse:

-Cala a boca viadinho, se não quiser perder os dentes! E vamos conosco, vou te levar no Pau de arará e você vai saber o é ser enrrabado por três caras treinados.

Encostando-me sobre o muro, o sargento encostou a sua pistola cilí­ndrica na minha bunda e meu corpo foi invadido por uma quentura enorme! Fui no branco detrais com o Soldado Rony (loirinho, cabelo cerrado, olhos verdes, corpo talhado pelos exercí­cios e um safado de carteirinha com uns 25 anos) e com o sargento Veras (Um coroa de uns 50 anos, moreno claro, cavanhaque, barriginha de chope e com uma cara de mal) e na direção o cabo Noronha (mais ou menos 30 anos, quase dois metros de altura, calado, com um olhar de lobo mau).

A viatura saiu em disparada, sirene ligada. Fiquei meio assustado, mais Confeço que o tesão me subiu a cabeça. O Sargento Veras me puxou e me beijou, senti seu hálito de cigarro, sua lí­ngua e seu cavanhaque me engolir. Sua mão amassava meu mamilo e a outra levava a minha mão ao seu caralho que já pulsava. O soldado Rony, por sua vez tirou a minha roupa, e tratou logo de me por de quatro, fui logo engolindo o pau do sargento que apesar de não muito grande era grosso e me causava falta de ar, sentia seus pentelhos no meu nariz e aquilo me sufocava, por traz o soldado enfiava o dedo no orifí­cio e intercalava com a lí­ngua. Puxando-me pelos cabelos o sargento levantava a minha cabeça, me beijava e abaixava novamente para o seu cacete. Virando-me comecei a chupar o pelo cacete do soldadinho, um pau branco, reto, cabeça vermelha, grande da medida que gosto. Chupava as suas bolas e subia até a cabeça, arrancava-lhe sussurros e sentia o cavanhaque roçar no meu rabo e ser cheio de cusparadas do sargento. Na frente o Cabo, já com o pau de fora, babava olhando pelo retrovisor, amassava o pau e falava palavras de baixo calão.

Adentramos num lugar que me pareceu ser um sí­tio modesto. Arrancado da viatura com violência. No chão recebi a ordem de lamber as suas botas. De quatro no chão daquele casebre, comecei a lamber as botas do sargento quando recebendo a ordem do sargento o soldado comeu a introduzir o cassetete no meu rabo, gemi de dor! Me levantado pelos cabelos e com o cassetete enfiado no meu rabo fui algemado. Agarrado no meu pescoço o soldado loirão enfiou a lí­ngua em minha boca e sugou o meu ar. Seu beijo molhado e gostoso, sua mãos grandes arreganhando a minha bunda para o Cabo fazer movimentos de vai-vem com o cassetete. O sargento parecia estar em estase olhando aquela cena. Virando-me o cabo disse:

-Agora chupa um pau de verdade sua bichinha!

Abocanhei aquele pau escomunal e temi não suportá-lo dentro de mim. Sentia o cheiro de rola na minha cara, cheiro de homem e estava disposto a agüentar a todos e a todas as humilhações. Tirando lentamente o cassetete do meu rabo o soldado Rony trocou pelo seu cacete. Senti a cabeça entrar sutilmente para depois de um só golpe ser penetrado de uma vez. Gritei! Mais logo o meu grito foi abafado por uma tapa na cara e um beijo do cabo. Levantando a minha perna e me deixando apoiado somente numa o soldado começou a bombar com raiva o meu rabo, gritando dizia:

-Pega nesse cuzinho gostoso seu viadinho o que você queria! Num queria pau, pois toma!

Minha perna tremia e minha boca já dava câimbras de tanto chupar aquele pau escomunal. Meu corpo tombou! No chão o soldado colocou o pé na minha cabeça, enquanto o cabo ajeitava o seu pau no meu rabo, que mesmo fudido, era ainda pequeno para aquele pau. Senti cada centí­metro me rasgar, com a cara no barro gemia num misto de prazer e dor. Sentia o peso daquele homem enorme sobre o meu corpo. Outra vez de pé; fui deitado numa mesa velha, e apoiado as minhas pernas em seus ombros o cabo retomou as estocadas. Com as mãos já livres, punhetava o sargento, enquanto o soldado se ajeitava sobre a minha cabeça, fazendo-me chupar os seus testí­culos e o seu cú. Minha lí­ngua vasculhava aquele orifí­cio vermelho, enquanto os seus testí­culos, que pareciam dois tomates de tão vermelhos, batiam no meu pescoço.

O meu corpo suava, sentia cada centí­metro daquela pica em minhas entranhas e meu ar sumia perdido na bunda daquele soldado. Enquanto o soldado se punhetava, senti o cabo me encher de porra. O cabo me masturbava! Rony, o soldadinho gozou no meu peito enquanto eu chupava o seu cuzinho, agora mais vermelhinho. O Sargento uivava vendo tudo e gozou sobre a minha barriga. Senti que iria desmaiar! Gozei! Meu corpo exaurido de tanto pau se extinguiu. Acordei com um balde de água na cara e uma voz de comando!

-Levanta! Arruma-te e vamos embora! Vamos logo que vamos te deixar onde te achamos!

Lavei-me e arrumei-me rapidamente. Entrei no carro calado, sentia o meu corpo dolorido e meu cú em brasas. O soldado Rony com um sorrisinho no rosto me pegou pelo pescoço; beijou-me e disse:

- Você é uma delicia! E levou sorte, pois sempre andamos em cinco1 Vê se não vacila da próxima vez!

O cabo Noronha completou:

- Você fode que é uma beleza, desculpa pelo mau jeito o sargento gosta!

O sargento Veras mandou que eu descesse, e fosse em segurança pra casa e se eu precisasse de escolta era só avisar a eles que passavam sempre por aquela rua. O Porre passou, segui pra casa todo doí­do, mais confeço que gostei do “Trato” que aqueles policiais safados me deram e voltarei a vacilar naquela rua novamente.

Um Rei, um Anjo e uma história 7ºCap.– Um rei em fuga da verdade!


Negro Amor - Chegada à nova cidade!

Songbird – No hospital lembrando do Gabi

Vi quando o meu Anjo entrou no hospital com seus pais, me doí­a ter que partir sem dá notí­cias a dona Cláudia. Sai correndo e peguei um taxi; sabia que teria um 10 minutos antes deles voltarem, passei em casa. A pesar da hora ainda tinha gente acordada. Segui para o quarto e fui seguido pelo Tom, o sangue me subiu a cabeça mais nada falei. Enquanto arrumava algumas roupas e pegava um pouco de dinheiro que tinha, o Tom me olhava assustado, mais com uma cara de “bem feito”. Quando ia saindo ele fala:

- Você vai embora Rei?

- Pra você é Arthur! Entendeu Tomaz! Arthur! E a propósito vou sim, pra te deixar ser feliz com o Gabriel!

- O Gabi sempre gostou de se divertir! Com você não iria ser diferente!

Deu-me vontade de socar o seu rosto, mais não tinha tempo e não podia fazer, por dona Cláudia! Sai, e coberto de emoção eu chorei. Peguei o ônibus que iria pra capital, não conhecia ninguém, não tinha a quem recorrer. Desci na rodoviária quase deserta, era natal, e todos estavam com a famí­lia e eu só tinha a mim. Sentei-me num banco em frente à grande rodoviária, estava ali pela terceira vez, pois só havia estado na capital uma vez antes de se detido. Iria encarar desafios tinha certeza! Dirigi-me a um taxista e pedi uma informação sobre uma pensão baratinha. Fui informado de umas no centro da cidade, que o lugar era barra pesada, mais se eu soubesse com quem me meter não tinha problema! O lugar era sujo, escuro, cheio de prostitutas, cafetões estúpidos e drogados! Bom, era o que eu poderia pagar, e tinha que arrumar logo emprego, não tinha muito dinheiro!

Era noite de natal mal tinha chegado àquela cidade, tudo me assustava, comi numa lanchonete, mais a comida não me caiu bem, peguei uma infecção intestinal. Sai do meu quarto por volta das 5:30 da manhã pra procurar um hospital, franco de tanto vomitar cambaleei pelo corredor, desfalecendo perto da escada. Acordei em um hospital, com uma moça ruiva ao meu lado, olhos manchados, boca vermelha, cabelos amarrotados e um leve cheiro de álcool que só se deixava passar pelo cheiro forte de seu perfume!

-Quem é você?

- Enfermeira que não sou! Eu te encontrei caí­do na escada da pensão e te trouxe! O que você cheirou garoto?

- Nada! Não cheirei nada! Apenas comi na lanchonete de baixo e passei mal.

- Você está sozinho aqui nesta cidade? Já tem 18 anos?

-Estou sonso! O seu perfume! É de...

- É de puta, vagaba! Mais se você vai me insultar garoto vou me mandar!

- Não é isso, é frutal! Doce!

-Desculpa lindinho! Você deve ter alta só amanhã Eu volto pra te pegar se você quiser!

-Obrigado, quero sim! Não conheço nada aqui! Mais como você se chama?

-Pode me chamar de Bianca Houston!

-Prazer Ana, me chamo Gabriel!

-Bem Anjo Gabriel, amanha eu volto! Beijo!

Ao me chamar de anjo me fez lembrar o Gabi! O que ele, estaria pensando, estaria pensando por mim, ou estaria ao lado do Tom?

Cheguei em casa arrasado, entrei no meu quarto e bati a porta! Cai na cama e chorei! Batidas na porta, sentei na cama e mandei entrar:

-Ele passou aqui pegou algumas roupas e saiu! Disse que estava cansado dessa vida!

-Mentira sua! Ele foi embora por sua causa! Seu canalha!

Parti pra cima do Tom, acertando-lhe o rosto com um murro! Lutamos pelo chão, quebramos todo o quarto e só fomos separados pelo meu pai! A essa altura toda a famí­lia estava na porta do meu quarto.

- O que é isso Gabriel, e você Tomaz!

- Olha o estado da tua mãe Gabriel, o Arthur sumiu e ninguém sabe dele, e você sabe o quanto esse garoto é importante pra sua mãe, respeita a dor dela! E você Tomaz, sai e vai dormi na casa da Verônica!

Sozinho no meu quarto quebrado chorei! Olhei as poucas coisas do meu Rei que ele deixou, dentro da sua agenda achei uma foto minha e dele, felizes, lembrei-me daquele dia, dos seus olhos que perderam o brilho e depois renasceram pra mim. Agora eu tinha perdido o brilho dos meus. Agarrado na foto adormeci no chão!

Dia seguinte recebi alta do hospital e lá estava Bianca! Fomos de ônibus para a pensão, mesmo eu ainda meio fraco, pois não tí­nhamos dinheiro para taxi! Em seu apartamentinho, ela me fez deitar em sua cama e me serviu uma canja!

- Não precisa fazer isso Bianca! Gastar o seu dinheiro comigo! Vou pro meu quartinho! Não quero atrapalhar!

-Bom garoto, cala essa boquinha e comi! Não vai atrapalhar em nada, e se gastei dinheiro com essa canja à noite ganho mais com esse corpinho!

Ri muito com ela, aquilo de certa forma me aliviou! Comi a canja e dormi. Acordei mais disposto e resolvi ir pro meu apartamento. Tomei um banho e voltei ao apartamento da Bianca pra agradecer mais uma vez. Bati na porta e ela mandou-me entrar!

- Com licença Bianca vim aqui te agradecer mais uma vez...

Bianca saiu do quarto só de calcinha de calcinha, e acompanhada de uma moça morena, baixinha e também só de calcinha. Fiquei vermelho e baixei a cabeça.

- Ai gatinho ficou com vergonha? Essa é minha amiga Alice!

As duas agarram-me e levaram-me ate a cama, uma mordendo uma orelha e outra já me despindo. Levantei de uma vez, e pedi para pararem!

-Há lindinho, desculpe você é virgem?

-Não! Sou Gay!

As duas começaram a ri e Alice falou!

-Sem problemas amor, seremos suas amigas e não deixaremos nenhum cara se meter com você!

-A propósito, temos um quarto desocupado, como a Bianca tem medo de dormir sozinha, esse ali fica desocupado. Então pensei em você sai daquele cubí­culo e vir morar conosco!

-Não quero atrapalhar Alice!

-Nada a Bianca me falou que você é gente boa, e que assim como nós não é daqui, então formaremos uma famí­lia! Topa?

-Topa vai Arthur! Disse Bianca!

- Ta bom eu aceito!

-Eba! Duas piranhas e um viadinho iniciante!

Todos sorrimos e caí­ramos abraçados na cama. Elas se emocionaram com as minhas histórias eu com a delas! Ali prometemos no ajudar! Pra mim era um recomeço, sem meu norte, mais um começo!

Um Rei, um Anjo e uma história 6ºCap. Parte 02– Os olhos viram e um rei em fuga!

A porta bateu forte, acordei! Vi que o Tom em cima de mim, tentava me beijar, o empurrei e levante falando-lhe cobras e lagartos:

-Ta louco? Não faço mais isso, era coisa de criança! Você ta pensando que ta fazendo o que seu FDP!

- Você gostava! E agora com esse seu namoradinho novo, o teu brinquedinho você não me quer mais!

- Cala a boca, você não sabe o que ta falando! Quem bateu a porta? Quem entrou?

- Ninguém! Foi o vento!

-Filho da mãe escroto, nunca mais me toca, se você gosta de seus dentes!

Sai e fui em direção onde todos estavam, procurei pelo meu Rei e não encontrei, perguntei a minha mãe e ela não sabia onde ele estava. Sai e vi que a sua scuter não estava lá fora. Preocupado esperei por um tempo já se passavam das três da manhã e nada. Angustiado não sabia onde ficar, quando a minha mãe entra no meu quarto e diz:

-Gabriel, o Arthur! O Arthur ele...

- Fala mãe onde esta o Arthur?

No momento a minha mente voou e pensei mesmo no pior!

-Ele sofreu um acidente, um cara bêbado bateu nele perto da casa da Karine, estamos indo para o hospital eu e o seu pai.

-Como ele está? Eu vou também!

- Não sabemos como ele esta, mais vamos logo!

Chegamos ao hospital e após sermos informados por uma enfermeira que o rei estava bem, que tinha apenas umas escoriações leves e ter desmaiado, ele estava bem e estava em observação em uma enfermaria. Seguimos ao seu encontro. Entrei na frente e encontrei apenas dois enfermos e uma cama desarrumada e sobre ela um bilhete:

Dona Cláudia

Obrigado por tudo, por ter cuidado de mim como a um filho, por favor, me perdoe se tomei essa decisão de partir intempestivamente, tenho os meus motivos, os quais prefiro poupar-lhe o coração de mãe. Estou mais ferido por dentro que por fora, e melhor solução que achei foi sair de suas vidas e poupa-lhe constrangimentos e deixá-los serem felizes. A felicidade do Gabriel não me cabe. A vida de cada um segue seus rumos e a nossa seguiu por caminhos diferentes. Despeço-me agradecido.

Lágrimas já molhavam o papel amarrotado quando terminei de ler. Minha mãe em silêncio leu e disse:

-O que você fez Gabriel? E agora onde vamos encontrar o Arthur!

Meu pai entrou e nada entendeu, minha mãe disse que o Arthur tinha ido embora e inventou uma história, mais não lhe mostrou a carta.

Seguimos em silêncio para casa no rádio tocava uma música The Pieces Dont Fit Anymore do James Morrison. Sofria em silencio, eu sabia que o meu Rei tinha visto o Tom me beijando, ele só não viu que eu estava bêbado e dormindo! Por onde andava o meu amor!

Um Rei, um Anjo e uma história 6ºCap. Parte 01– Os olhos viram e um rei em fuga!

Não poderia acreditar, chegou o natal! Estavam todos felizes, menos eu! Fazia de tudo pra não ficar triste mais não poderia deixar de lembrar minha mãe, do meu pai. Dona Claudia em volta dos preparativos da ceia, muita gente da famí­lia dela viria e os quais só conhecia por foto. Por volta das quatro para um carro lotado em frente a “nossa casa”, eu estava lavando a viatura, quando uma senhora me chamou:

- Você pode pegar essas malas pra dentro da casa do delegado? Mais antes se vista!

Eu estava sem camisa, e logo segui em direção à porta mala, quando levantei os olhos deparei-me com um rapaz de mais ou menos vinte anos, moreno claro, olhos esverdeados e um sorriso que me deixou sem graça!

- Você é o Arthur, não é? O Gabi já me falou de você!

-É sou sim! Prazer!

-Pega essas estão pesadas e eu estou cansado!

Putz! Que cara esnobe, me olhou de cima a baixo e ainda acha que sou serviçal dele? E Ainda saiu em direção ao anjo, dando-lhe um abraço acalorado demais para mim. Entrei em casa calado, a mãe dele dona Marta, olhou-me espantada e berrou:

- Você não tem modos rapaz?

Dona Claudia interveio e disse:

- O que é isso o Arthur faz parte da famí­lia! E eu não admito que fale assim com ele Marta!

-Ele pode ser da sua famí­lia Cláudia, da minha não! Não tenho parente marginal!

Um nó formou-se na minha garganta, soltando as malas corri em direção ao quintal. Ainda ouvi dona Cláudia discutindo com ela. No fundo do quintal deixei as lágrimas cair e num canto sentei. Logo o Gabi chegou.

- Não fica assim a Tia é assim mesmo, meio louca! Não importa o que ela diga de você não é nada disso!

Beijou-me calado. Pegando em minha mão, levantou-me e mandou-me enxugar as lágrimas e enfrentar a todos de cabeça erguida. Passei o maior tempo calado até a ceia. Dona Marta não falou mais nada e até tentou ser agradável, seu marido Virgilio que mais parecia um banana só bebia e seu filho esnobe que se chamava Tom, só me olhava e sorria de canto de boca. Sentei-me do lado de dona Cláudia e observava a felicidade do meu anjo com seus primos. No fundo queria realmente fazer parte daquela felicidade. Por certos momentos o Gabi me olhava e sorria ou ia até mim e perguntava se eu estava bem e voltava, sem ao menos me chamar pra ficar na turma dos rapazes. Todos comendo e bebendo. Conversas soltas, vi quando o tal Tom fez um sinal com a cabeça para o Gabi, que de imediato olhou para mim; fingindo não ter visto nada, Gabi passa por mim e vai em direção a seu quarto, logo em seguida com um sorriso de meia boca pra mim Tom passa e esbarra em minha cadeira. Algo de errado estava acontecendo. Respirei fundo e discretamente fui em direção ao “nosso quarto”, a porta entreaberta me fez meu coração disparar, e empurrando a porta vi o que eu nunca imaginei ver o Gabi deitado na cama e o tal Tom sobre ele. Fiquei paralisado e só poderia querer sair dali. Bati a porta e sai correndo em direção a rua. Sai sem que ninguém percebesse. As lágrimas vendavam os meus olhos e sem pensar peguei a scuter e sai em direção à casa da Ká que estava junto à famí­lia naquela noite de Natal. Enxugava as lágrimas quando de repente senti um forte impacto e tudo apagou.

Fatos narrados por Gabriel.

Um Rei, um Anjo e uma história2ºCap.– Verdadeira dor, amor!

Sábado! Sabia que a galera iria se juntar. Mais e eu o que faria? Decide agir, pedi que uma amiga ligasse na casa da Ká, a mãe dela disse que ela tinha ido tomar banho de riacho com uns amigos! Pensei: eu vou sei qual riacho preferido, o isolado, que quase ninguém iria! Eu vou.

Peguei minha bike e sai rápido, cheguei lá esbaforido, mais eles não estavam lá! Sentei-me a beira d”™água e sem querer uma lágrima teimou em rolar. Passaram-se alguns minutos e escutei vozes, e sabia identificar as três. Eram eles Gabi, Jú e Ká. Permaneci de costas, quando o silêncio pairou no ar por alguns segundos e foi quebrado pela voz da Jú:

- Vamos vazar daqui, esse riacho ta poluí­do!

Levantei-me e disse:

- Não precisam ir, eu vou! Descobri que iriam vim pra cá e resolvi encontrá-los, forçar um encontro, mais eu vejo que foi idiotice minha. Desculpem-me por tudo, amo vocês!

Peguei meus calçados e já ia saindo, quando a Ká diz:

- Não vai, fica com a gente, te conhecemos e sabemos que você não é homofóbico, fica vamos conversar!

- Desculpa! Eu não quero atrapalhar a vida de vocês...

- Rei, eu te mais, mais eu juro que nunca mais vou te dizer isso, e eu prometo nunca mais te tocar. Gabi pegou na minha mão.

Chorando o abracei!

- Droga de vida! Também te amo anjo!Mais não posso melar a tua vida e a das meninas...

Gabi beijou-me e me entreguei aquele beijo, como se fosse o último da minha vida. Jú e Ká nos abraçaram chorando e a Jú se desculpando e dizendo:

-Rei, sempre vamos te amar e vamos te ajudar. O que aconteceu? Podemos te ajudar?

Respirei fundo e resolvi contar:

- Vocês lembram-se do Rafa?

- Sim, mais nunca entendemos o porquê da briga de vocês e da transferência dele, falou Ká.

-Bem eu e o Rafa, nos apaixonamos, começamos a nos encontrar as escondidas, o amava, mesmo não conhecendo o amor. Éramos felizes, nós quatro juntos, lembram?

O Gabi nada falava, apenas segurava a minha mão.

-Sempre falava pra Ká, que vocês pareciam mais que amigos, mais ela achava besteira minha, falou a Jú.

-Pois não era! Um dia o Rafa foi à minha casa dizendo que irí­amos estudar, começamos com uns amassos e não nos lembramos de trancar a porta, a minha mãe entruo no quarto e nos flagrou na cama, pelados! Expulsou o Rafa da minha casa e prometeu que iria contar pro meu pai, me deixou trancado por toda a noite, sem água e sem comida. Na manhã seguinte meu pai chegou. E ela contou tudo! Vocês lembram-se daquele assalto que sofri naquela época?

- Ai nem lembra foi horrí­vel! Mais não me diga que...

- Pois é Jú, foi o meu pai! Foi ele quem quebrou o meu braço, machucou todo o meu rosto a murros e me cortou as costas de faca, foi disse que tiraria o meu couro..

Em prantos, Ká levantou-se nervosa e disse:

-Meus Deus... não é possí­vel que um ser humano seja capaz de fazer aquilo, principalmente com um filho. Você quase morreu, passou dias em côma devido às pancadas na cabeça... meu Deus!

- As pancadas não me doeram tanto, doeu à tortura psicológica que ele me fez. Ameaçou o Rafa de morte, foi até a casa dos pais dele, contou tudo e o ameaçou se ele não se afastasse de mim. Minha mãe me levou a psicólogos, dizendo que me curaria dessa doença, me fez tomar remédios, os quais depois fingia tomar, me fazia confeçar ao padre todo domingo e também me humilhava, negava-me comida e achava que eu estava me desviando, por várias vezes foi forçado a dormir no camil, frio, molhado e com fome. Minha mãe dizia que Deus não me amava, não amava a gays, que eu iria queimar no fogo do inferno.

-Achava seus pais estranhos, mais não tinha coragem de falar pra você... Exclamou a Jú.

-Pois é depois que sai do hospital, depois de um mês, ele me ameaçou de morte se eu contasse da surra e que mataria a bichinha do Rafael. Diariamente e esbofeteava, quando chegava bêbado, me agredia e batia na minha mãe, hoje ta menos, mais não quero que ele faça alguma coisa com você anjo! Por isso meu medo, estava se repetindo, eu estava novamente apaixonado por meu melhor amigo.

Apertando as minhas mão e com a voz embargada, Gabi disse:

-Meu Reizinho, eu vou te proteger, aquele cara não vai te machucar novamente! Você tem a nós.

Gabriel me aconchegou em seus braços, e outra onda de lágrimas invadiram-me. O medo da aceitação tinha sumido, aceitaria minha condição de ser humano que ama uma pessoa do mesmo sexo, e que era normal. Choramos juntos, e me aliviei do peso que carregara sozinho por mais de um ano.

-Vamos tomar banho e esquecer, passou e não vai mais acontecer, somos nós. Amamos-nos e somos felizes juntos, eu amo a Ká e vocês se amam, ta na cara. Falou Jú enquanto corria para pular na água.

Sorrimos e todos pulamos juntos, passamos a tarde inteira brincando e namorando. Combinamos que a Ká seria a minha namorada e a Jú namorada do Gabi, assim ninguém desconfiaria de nenhum. E assim o fizermos.

No domingo depois da missa, saí­mos de mãos dadas. Nossos pais nos observavam e comentavam um com os outros e fomos ao parquinho. Com medo as meninas não enfrentaram a roda gigante, então era nós “homens” que tí­nhamos que mostrar nossa coragem. A cadeirinha parou no alto, segurando a minha mão e com um lindo sorriso no rosto Gabi falou:

-Hoje é o dia mais feliz da minha vida, eu te amo Reizinho, você é o primeiro cara que eu amo de verdade!

Beijamo-nos, e somente as estrelas estavam de testemunhas.

- Meu anjo, te amo tanto que não sei nem explicar, quero ficar o resto da vida, nada vai nos separar! Nada.

Andamos de montanha russa, carrinho, centopéia os casais de mentirinha! A noite mais feliz da minha vida em anos!

Mal sabia eu, que naquela noite encontraria meu pai bêbado em casa, armado e ameaçando a minha mãe de morte.

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